terça-feira, 31 de julho de 2012


O TAL CRUZEIRO…

Recordam-se de certeza de ter dito que íamos fazer um CRUZEIRO NO ATLÂNTICO… Alguns já viram onde foi.
Para os restantes aqui fica: Há alguns dias atrás fomos de barco, relativamente grande, até a umas ilhas portuguesas sitas ao largo de Peniche – as Berlengas.
Dirão: olha que grande coisa!!! Um cruzeiro no atlântico ??? É verdade. Fomos num barco e o local fica no atlântico... Não é? Poderia ser outro destino, mas não era a mesma coisa…
E agora. Correu bem? Foi uma maravilha, sobretudo a estadia lá, todo o dia, o almoço e o regresso. A ida é que não foi muito agradável para mim. É que fui dentro do barco. Não sei se para outras pessoas é bom ou não. Não enjoei. Só o nosso guia, apesar dos avisos que fez, é que deitou a carga ao mar. Mas devido aos meus problemas de coração e tensão, ao mínimo balanço, seja no mar ou em terra, fico com tonturas. E foi isso que aconteceu.
No regresso vim no exterior com possibilidade de olhar para longe e correu lindamente. Mas… está visto. 
Agora vejam algumas das inúmeras fotos que fiz.
Apreciem e vão lá e não se esqueçam dos pastéis de Peniche.
Já estão mais duas programadas… Depois digo onde foi.

Uma ginginha em Óbidos
Ancoradouro
Cabeça de elefante
Gaivota com ovos
Luz ao fundo do túnel
A subida... uff
Pedra da Inês
A racha da Inês
Pequeno mas bom
Farol de Peniche. No regresso...

SEJAM FELIZES




quarta-feira, 27 de junho de 2012

HOMENGEM


HOMENAGEM – Um pouquito da minha história…

Penso que já vos contei um pouco da minha história, mas como sou um bocado esquecido e preguiçoso, não me apeteceu ir ver… e sem pretensões estilísticas aqui vai:
Como devo já ter referido, saí cedo de casa de meus pais para bastante longe. Desenvencilhei-me sozinho.
Os factos que vou relatar servem, sobretudo, de HOMENAGEM e GRATIDÃO à minha querida mulher.
Quis o destino que já depois de estar a trabalhar em Aveiro, tivesse que ir cumprir serviço militar que, na altura, era obrigatório. Passei pelas Caldas e Lisboa e fizeram de mim enfermeiro, já que na guerra ultramarina, era carne para canhão.
Depois de passar pela “especialidade” tinha que fazer um estágio de nove meses. Fui colocado no Hospital Militar de Coimbra.
As baixas dos camaradas eram tantas que aquele estágio foi encurtado para seis meses. Por isso o pessoal do curso a seguir ao meu avançou, fazendo com que os melhores classificados ficassem cá. 
Portanto não fui ao Ultramar…
Durante o período de estágio decorriam, no Bairro de Celas, as “fogueiras” dos Santos Populares.
Recordo-me que fui para lá várias vezes com um colega açoriano que nunca mais vi…

Cá o rapazito não era nenhum dançarino exímio, mas “topou” uma miúda que lhe caiu no goto… Foi amor à primeira vista e até hoje continuamos casadinhos.
Apesar dos infortúnios nada há que nos separe. Antes pelo contrário. Parecemos dois siameses que pensamos as coisas ao mesmo tempo…

A minha vida profissional, diversa daquela especialidade, obrigou-me a muitas ausências, muitas vezes, senão sempre, perigosas. Em casa ficava um rebento e uma mãe aflita, o "pilar" que tudo tinha que resolver. Sempre soube cuidar e gerir tudo da melhor forma.
É por isso que ela agora está cansada e várias são já as vezes perdeu a memória. Eu vigio-a e acompanho-a com o carinho de que sou capaz e ela faz o mesmo comigo por causa do meu coraçãozito.
Em razão da minha vida profissional corri o país de lés-a-lés. A minha mulher ficava em casa quantas vezes já pronta para ir dar um passeio que acabava adiado. Agradecimentos... não houve. Ganhei um desfibrilador e ... toda a gente se esqueceu.
Por isso tento agora compensá-la. Já demos algumas voltas a última das quais a Chaves que ela não conhecia. Agora está programado um cruzeiro no Atlântico. Depois conto…

A esta hora, há quarenta e dois anos, na Igreja Paroquial de Santa Clara, fizemos o nosso compromisso para toda a vida que continuamos a respeitar com todo o amor e carinho de que somos capazes. As adversidades ainda nos uniram mais.

Esta é a minha homenagem à minha querida mulher: a “MÃE SÃO”.

Estas flores são para ti, minha querida:








 BEIJINHOS
  



segunda-feira, 28 de maio de 2012

BRASÃO DE TÓ

Tó é uma freguesia pequena no Nordeste transmontano de que muito de orgulho. Foi aí que nasci há muuuuiiiitos anos...
BRASÃO DE TÓ



BRASÃO: ESCUDO DE PRATA, CAMPANÁRIO DE NEGRO, LAVRADO DE PRATA E ABERTO DO MESMO, COM SINO DE VERMELHO COM CABEÇÃO DO MESMO, ENTRE DUAS ESPIGAS DE TRIGO DE VERDE, POSTAS EM PALA; EM CAMPANHA, VACA DE SUA COR, UNGULADA DE NEGRO. COROA MURAL DE PRATA DE TRÊS TORRES. LISTEL BRANCO, COM A LEGENDA A NEGRO: «TÓ».

(In retratos e recantos)
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Hoje foi dia de consulta. Fui ao hospital para verem e avaliarem os parâmetros e funcionamento do meu coração metálico. 
Está tudo bem.

Passem bem com beijinhos e abraços

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O "QUINTAL"









O “QUINTAL”
De certo alguns, senão todos, os seguidores deste nosso espaço, se recordam do “quintal”, como a Susana lhe chamava…
Foi aí que fixamos residência logo interrompida para acompanhar a nossa filha. Depois de tudo passado… temo-nos ficado pela Figueira.
A verdade é que cá o rapaz, pensando que ainda tinha forças para isso, resolveu no ano passado plantar um cento de couves. Preparado o terreno, com uma maquineta que por lá existe, aí vai ele de enxada na mão. Os regos não têm mais que dois metros de comprimento. Pois… ao fim de cada rego, parecia um regador a deitar água e lá ia sentar-me a descansar. Andei quase uma semana para acabar…
Tínhamos que arranjar solução uma vez que havia muitas coisas a fazer. O “quintal” tem mais de 2.000 m2, com muitas árvores para tratar, e tudo o mais.
A solução… foi arranjar “uns caseiros”, lembram-se?  E arranjamos mesmo, sem custos para ambos os lados, para além das despesas de manutenção, claro.

Agora estamos a construir um “quintal” no terraço do apartamento. Vamos "produzir", sobretudo orquídeas, cujo destino devem imaginar.
Os vasos já lá estão e um já deu uma flor.

Vejam. Vai ficar lindo